3 de jul de 2012

As maravilhas do planeta vistas do espaço

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Nosso planeta possui diversas maravilhas dotadas de uma beleza capaz de nos tirar o fôlego. Podemos descer de barco pela confluência entre os rios Negro e Solimões e apreciar as águas corendo em paralelo sem se misturar. Podemos olhar de baixo os montes Fuji e Everest e sentir dentro de nós suas majestades. Mas, ao serem vistas do espaço, tais marcos de nosso planeta ganham contornos que não somos capazes de vislumbrar enquanto nossos chãos estão tocando o solo. E até algumas maravilhas que só revelam sua majestade quando vistas do espaço. A seguir podemos ver algumas dessas incríveis imagens.

As imagens a seguir foram retiradas do Google Earth, e as descrições da Wikipedia.

A Estrutura de Richat é uma estrutura circular situada na Mauritânia, no meio do deserto do Saara. Possui cerca de 50 quilômetros de diâmetro, e só pode ser visível em sua totalidade do espaço sideral. Pelas últimas interpretações geológicas, seria o resultado duma erupção vulcânica atípica, ocorrida há 100 milhões de anos, no período cretáceo, que posteriormente teriam afundado devido a um longo processo de erosão.


No dia 27 de Agosto de 1883, a ilha de Krakatoa, na Indonésia, desapareceu quando o vulcão de mesmo nome entrou em erupção. É considerada a erupção vulcânica mais violenta que o homem moderno já testemunhou. Atualmente, na região da cratera, há uma nova formação rochosa em andamento chamada Anak Krakatau (Anak Krakatoa, filho de Krakatoa ou Krakatau), que já possui mais de 800 metros de altura. Cientistas afirmam que a nova formação pode ser ainda muito mais poderosa que o antigo Krakatoa.


A Cratera de Barringer está localizada no Arizona, EUA. Os cientistas acreditam que fora formada há aproximadamente 50 mil anos por um meteorito com a força de uma bomba de hidrogênio, deixando uma cratera de pouco mais de um quilômetro de diâmetro e 200 metros de profundidade.


A Grande Duna de Pilat é uma enorme formação de areia natural costeira acumulada no litoral da França. É um fenômeno geologicamente muito recente, formado pelo colapso no século XVIII de um grande banco de areia oceânica situado em frente a sua costa. Considerados um ecossistema de valor excepcional, a duna e o entorno foram protegidos pelo Estado francês mediante diferentes medidas de preservação.


O Delta do Nilo é a região onde o rio Nilo se divide em vários braços para desaguar no mar Mediterrâneo, no norte do Egito, com 160 km de comprimento e 250 km de largura. O contraste do verde com o deserto ao seu redor é impressionante.


O Monte Fuji é a mais alta montanha do Japão. É um vulcão ativo, porém de baixo risco de erupção. Ele é um dos símbolos mais conhecidos do Japão, sendo frequentemente retratado em obras de arte e fotografias e recebendo muitas visitas de alpinistas e turistas.


O Encontro das Águas é um fenômeno que acontece na confluência entre o rio Negro, de água negra, e o rio Solimões, de água barrenta, onde as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar por uma extensão de mais de 6 km. Esse fenômeno acontece em decorrência da diferença entre a temperatura e densidade das águas e, ainda, à velocidade de suas correntezas.


O Everest é a maior montanha sobre a superfície da Terra, localizado na cordilheira dos himalaias na fronteira entre a China e o Nepal. Até o final de 2001, 1491 pessoas conseguiram alcançar o topo, e delas 172 não retornaram da aventura. Muitas morreram de hipotermia.


Ayers Rock é uma monólito situado ao Norte da área central da Austrália. É o segundo maior monólito do mundo, sagrada aos aborígenes e tem inúmeras fendas, poços com água, cavernas rochosas e pinturas antigas. É notável pela sua qualidade de coloração variável de iluminação diversa que ocorre em diferentes horas do dia e do ano, apresentando ao pôr-do-sol uma visão de rara beleza.


O Grand Canyon encontra-se no território dos EUA. Seu vale foi moldado pelo rio Colorado durante milhares de anos à medida que suas águas percorriam o leito, aprofundando-o ao longo de 446 km. Chega a medir entre 6 e 29 km de largura e atinge profundidades de 1600 metros. É considerado uma das sete maravilhas naturais do mundo e um ponto turístico visitado por milhares de turistas anualmente, gerando receita para as cidades e populações ribeirinhas ao desfiladeiro.


 

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